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Castela e Leom trilíngüe. Queremos liberdade para eleger!

elegerSe em verdade as organizaçons convocantes e apoiantes da manifestaçom antigalega do Domingo em Compostela defendem o que dim defender, um bilingüismo real (caso de que tal cousa exista), por quê motivo nom iam defender o mesmo noutros territórios, onde muitas pessoas som privadas dos seus direitos pola imposiçom dumha língua? Se o PP, UDyP e demais organizaçons, colectivos e seitas que convocavam e apoiavam a manifestaçom “por el derecho a elegir”, defenderam realmente que a língua galega e a espanhola devem gozar do mesmo reconhecimento e protecçom, porque ambas fam parte do patrimonio cultural da Galiza, por quê motivo nom defendem o mesmo noutros territórios do Estado espanhol nom-monolíngües?

Se realmente o PP, a UDyp, e o conjunto dessas organizaçons, defendem na Galiza que som as pessoas os sujeitos de direito, e nom as línguas em sim, e reiteram o seu mais profundo respeito por todas as línguas e os seus falantes, por quê nom defendem isso em Castela e Leom, nas Astúries, ou em Aragom?

Por quê motivo o PP (e junto com ele o PSOE, e mesmo outras organizaçons de esquerdas, como IU), e todos esses sectores “defensores do bilingüismo” que dia tras dia escrevem nos diários espanhois, falam nas rádios espanholas e estam presentes emitindo opinions nas televisons espanholas, nom defendem o bilingüismo fora da Galiza?

Por quê motivo em Castela e Leom nom som oficiais as três línguas que nesta comunidade se falam actualmente, a saber: espanhol, galego e llionés?

Por quê motivo nas Astúries o PP, o mesmo PP de Rajoi, Feijoo e Conde Roa, nom defende o trilingüismo, posto que nos territórios que hoje em dia estám dentro dessa comunidade autónoma se fala espanhol, galego e asturiano?

Por quê é que NUNCA o PP nem o PSOE de Castela e Leom, nem IU, nem outras organizaçons espanholas e espanholíssimas (todos os sindicatos, umha grande parte das entidades culturais, empresas de comunicaçom, etc…), apostam publicamente polo reconhecimento dos mesmos direitos e os mesmos deveres para os falantes das três línguas?

Por quê nos programas eleitorais esses partidos e organizaçons políticas nom recolhem, nunca recolherom, e nunca recolherám, a co-oficialidade das línguas que se falam nestes territórios?
Por quê é que “Galicia bilingüe” nom recolhe nunca nos seus escritos e comunicados o problema dos falantes de galego que vivemos fora do território da actual Comunidade Autónoma Galega?
Por quê será que a maior parte, a grande parte, a práctica totalidade das pessoas asistentes à manifestaçom de “Galicia bilingüe” do passado Domingo som militantemente monolíngües em espanhol? Já todos e todas conhecemos a piada: “Como se chama a quem que fala três linguas? Trilíngüe. E a quem fala duas línguas? Bilíngüe. E a que só fala umha? Espanhol”.

Quê problemas tenhem essas pessoas para ler periódicos em espanhol, ouvir rádios em espanhol, ver televisons em espanhol, comprar livros em espanhol, ir ao cinema a ver filmes em espanhol, colher filmes nos videoclubes em espanhol, comprar livros para os seus filhos e filhas em espanhol, para ir a misa em espanhol, para escuitar música em espanhol, para ir ao teatro em espanhol, para ler a etiquetagem de qualquer produto em espanhol,…?

Quê significa entom a palavra de orde “Galiza bilíngüe”? Qual é a liberdade para eleger que promulgam?

Nom é evidente que se na Galiza “defendem” que o galego deve ter o mesmos reconhecimento e protecçom nom é mais que por imperativo legal, porque o Estatuto e outras leis assim o reconhecem (mesmo que só seja formalmente)? Alguém imagina a essas pessoas, a essas organizaçons e colectivos participando na luita por conseguir a cooficilidade da língua galega na Galiza se tal cousa nom existira já (mesmo que só seja formalmente)?

Por se recapacitam, aqui lhes proponho um logotipo para usar em Castela e Leom, em Castiella y Llión, em Castilla y León (quando menos até que o Bierzo deixe de pertencer a esta comunidade autónoma artificial e impossível…). O mesmo poderiam fazer nas Astúries mentras sigam administrando o território do Eu-Návia dentro dessa comunidade.

De Kaosenlared

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